Blog Marcel de Abreu
www.marceldeabreu.com.br
Redução de juros favorece pequenos negócios, avalia diretor-técnico do Sebrae
9:59 am | 11 de abril de 2012

Autor: Marcel Abreu | Categoria: Notícias | Tags: , , , , | Comentários: Nenhum

Juros menores, maior oferta de crédito e prazo de pagamento alongado para micro e pequenas empresas. A iniciativa do Banco do Brasil (BB) e da Caixa Econômica Federal (CEF) de diminuir os spreads bancários- diferença entre as taxas de juros pagas na captação dos recursos e as cobradas dos clientes – afeta positivamente os pequenos negócios. A avaliação foi feita pelo diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, ao destacar a importância das medidas para estimular a competição entre os bancos e fortalecer os pequenos negócios.

O BB elevou em R$ 26,8 bilhões o montante de crédito oferecido para as micro e pequenas empresas (MPE) e diminuiu em 15%, em média, astaxas de juros para essas empresas. As iniciativas, reunidas no Programa Bom para Todos, estão alinhadas com a intenção do governo federal de incentivar a produção nacional.

A CEF acompanhou a tendência de redução do spread e lançou na segunda-feira (09) medidas de redução dos juros para as MPE e pessoa física. Os cortes impactam as linhas de capital de giro para as empresas de pequeno porte, cujas taxas cairão de 2,72% ao mês para 0,94%.

As iniciativas do BB e da CEF estão no rumo certo para estimular a produção e a geração de emprego, assinala Carlos Alberto, para quem a redução das taxas deve ser acompanhada por outras instituições financeiras. “Acredito que possam ser acompanhadas por todo o sistema financeiro, na medida em que há possibilidade de redução dos spreads”, disse o diretor-técnico do Sebrae.

Carlos Alberto recomenda, no entanto, que as MPE adotem práticas de gestão financeira eficientes para que o crédito adquirido sirva, efetivamente, para impulsionar os negócios. “O custo do capital utilizado no processo produtivo vai diminuir, mas os pequenos negócios precisam avaliar o acesso ao crédito dentro de um planejamento financeiro adequado, que demonstre a compatibilidade entre o endividamento e a capacidade de inserção da empresa no mercado”, aconselhou.

Medidas de estímulo

No início do mês, a presidente Dilma Rousseff anunciou medidas de estímulo à produção como a desoneração da folha de pagamentos e a oferta de crédito mais barato pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). De acordo com Carlos Alberto dos Santos, o pacote do governo federal deve estimular a economia e terá reflexos para as MPE, ainda que indiretos. “Apesar de estarem voltadas principalmente às grandes empresas, as medidas são muito positivas porque impulsionam a contratação e o consumo de produtos nacionais, assim como dinamizam a economia como um todo, o que é excelente para os pequenos negócios”, destaca.

O modelo escolhido pelo governo para diminuir custos na contratação de mão de obra desvincula os encargos patronais previdenciários da folha de pagamento e os associa ao faturamento das empresas. “A desoneração é positiva porque flexibiliza, conforme as variações do mercado, o valor pago pela contratação de empregados. Assim, o empresário em dificuldades acaba pagando menos, enquanto o que estiver crescendo, paga mais”, explicou o diretor.

Em relação às MPE, Carlos Alberto dos Santos disse que “já são beneficiadas com a desoneração da folha promovida pelo Simples Nacional, desde julho de 2007. Do ponto de vista dos pequenos negócios, trata-se da grande reforma tributária feita no país”. Cerca de 6,1 milhões de micro e pequenas empresas brasileiras estão enquadradas nesse regime especial de tributação.

 

FONTE: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI301884-17180,00-REDUCAO+DE+JUROS+FAVORECE+PEQUENOS+NEGOCIOS+AVALIA+DIRETORTECNICO+DO+SEBRAE.html

10 erros dos líderes novatos
9:53 am | 4 de abril de 2012

Autor: Marcel Abreu | Categoria: Comportamento Organizacional | Tags: , , , , , | Comentários: Nenhum

São Paulo – Os jovens profissionais estão se tornando gestores cada vez mais cedo. Conheça as falhas mais comuns entre os novos chefes e saiba como corrigi-las

Nos últimos anos, o mercado de trabalho no Brasil vive a seguinte situação: com a economia em crescimento, abriram-se vagas e faltou gente qualificada para preenchê-las. A maneira que a maioria das empresas encontrou para resolver essa questão foi promover seus jovens mais bem avaliados internamente para ocupar as novas posições.

Essa solução tem dois efeitos positivos para a companhia que a adota: ela consegue preencher o posto vazio e, ao mesmo tempo, dá um aumento ao funcionário promovido, o que ajuda a retê-lo num momento em que o mercado está atrás de gente. O problema desse processo começa a ser sentido de forma nítida agora: há muita gente imatura em posição de liderança. “Vivemos a fase do profissional em sua primeira vez: primeira vez gerente, primeira vez diretor, primeira vez presidente”, diz Marcelo Cuellar, headhunter da Michael Page, empresa de recrutamento de executivos.

A sucessão dos cargos de gestão sempre aconteceu nas organizações. A diferença é que agora esse movimento se dá numa escala e numa velocidade sem precedentes no país. O resultado da inexperiência dos líderes é uma gestão mais exposta a erros, que são inerentes ao aprendizado, mas se tornaram mais corriqueiros.

 

“Líder você não pega na prateleira”, diz Marcelo Cuellar. “Se as empresas estão colocando inexperientes em postos de comando, têm de estar dispostas a pagar um preço e a conviver com falhas.”

 

Obviamente, não é dado aos líderes tempo de maturação na posição, o que faz com que aprender na prática seja a única alternativa para os funcionários recém-promovidos. “As companhias não se prepararam adequadamente para esse crescimento”, diz Janaína Ferreira Alves, coordenadora de pós-graduação do Ibmec, escola de negócios do Rio de Janeiro.

 

“Os profissionais que hoje estão ocupando pela primeira vez cargos de liderança normalmente tiveram uma ascensão acelerada, o tempo natural da carreira não foi respeitado, e isso tem consequências.” Mesmo com pouca experiência na cadeira de gestor, é possível corrigir as falhas.

 

A VOCÊ S/A ouviu chefes que assumiram cargos de liderança há pouco tempo e já aprenderam algumas lições. Também foram consultados especialistas em gestão de pessoas, liderança e recursos humanos. Esses profissionais apontaram os dez principais erros (e suas soluções) cometidos por gestores novatos. Confira.

 

1 – O problema

Baixo foco em pessoas

Um dos principais problemas de líderes jovens é a dificuldade de gerenciar pessoas, segundo todos os especialistas consultados. “É um erro acreditar que ser gestor é ser o técnico dos técnicos”, diz o coach Silvio Celestino, de São Paulo. “Eles se esquecem das pessoas e lideram pela pressão, colocando em risco a questão da qualidade de vida deles e da equipe”, diz Vera Martins, professora do curso Liderança Assertiva da Fundação Vanzolini, de São Paulo.

 

A solução

Olhe para o lado Para gerir pessoas, dizem os especialistas, a solução é olhar para o lado e prestar atenção no que dizem e querem os subordinados. Tratar todos com respeito e educação é fundamental. Cursos de liderança, livres ou oferecidos por instituições de ensino, abordam o tema gestão de pessoas e até podem ajudar. “Eles amenizam as falhas, mas não resolvem o problema”, diz Marcelo Cuellar, da Michael Page.

 

2 – O problema

Não ter propósito de carreira

Erram os líderes que assumem o posto por status e salário. “Esse, com certeza, é o pior erro que o gestor pode cometer”, diz Silvio Celestino. Para ele, quem lidera de olho na conta bancária não consegue

 

A solução 

Defina o que você quer Ter uma meta é importante em qualquer momento da carreira. Se a ideia é ser gestor, veja como alcançar o objetivo da melhor maneira possível para a sua trajetória profissional, avaliando o que ainda é preciso desenvolver para conseguir o que quer.

 

3 – O problema

Descuidar-se da comunicação

Comunicar-se bem é uma obrigação do gestor. Ele é o responsável por traduzir para a equipe a estratégia da empresa. Quem falha nesse quesito terá problemas de desempenho. “Eu falhei ao tentar fazer mudanças de gestão sem alinhar com meus sócios”, diz Gustavo Gomes, de 33 anos, diretor executivo do Grupo Núcleos, de clínicas médicas. “Teria gastado menos energia se tivesse identificado algumas pessoas-chave para me ajudar nesse processo.”

 

A solução 

Seja transparente “Ouvir e dar abertura para as pessoas exporem ideias é imprescindível”, diz Taís Amaral, professora de pós-graduação da Trevisan Escola de Negócios, em São Paulo. Comunicar claramente aos subordinados os passos que a organização dá faz do líder uma referência. “Se as coisas não estiverem bem, diga que não estão bem”, diz Janaína Alves, coordenadora de pós-graduação do Ibmec.

 

4 – O problema 

Comprometer-se demais

Por insegurança ou ambição, o jovem líder pode assumir prazos e outros tipos de compromisso sem saber se pode cumpri-los. No passado, o economista Sacha Dowek, de 32 anos, gerente comercial da Adina, importadora e produtora da indústria têxtil, prometeu a clientes prazos que dificilmente conseguiria arcar. “Foi ingenuidade”, diz. Hoje, com três anos na gerência da área comercial da empresa, Sacha aprendeu o valor de pensar a longo prazo. “Sou menos impulsivo”, afirma.

 

A solução

Visualize o futuro “Comprometer-se além da conta é um erro quase inevitável e faz parte do perfil do jovem”, diz George Stein, gerente de programas abertos do Insper, escola de educação executiva. Por mais tentador que seja, diga “não” quando não tiver certeza. “Planejando, o risco de errar é menor”, avalia George.

 

Compromisso demais

Em seus primeiros passos como gestor, o economista Sacha Dowek, gerente comercial da Adina, importadora e produtora têxtil, do Rio de Janeiro, assumiu com clientes compromissos que no fundo ele sabia que não poderia cumprir. “Hoje, tenho mais consciência”, diz ele.

 

5 – O problema

Comportar-se como um colega 

Dois sentimentos distintos podem surgir quando se alcança um posto de liderança: arrogância ou condescendência. O medo de perder a amizade daqueles que, até então, eram seus pares é o que mais acomete líderes jovens, acredita Taís, da Trevisan.

 

O receio faz com que eles deixem de fazer cobranças mais pontuais para tentar ser vistos como colegas. “Via mais o lado do colaborador do que o da empresa e cheguei a me exceder com um superior por isso”, diz Renata Honorato, de 29 anos, gerente de vendas e marketing há dois anos do E.Group, rede de pousadas e hotéis de luxo.

 

“Fui solidária demais.” Quando teve de demitir duas pessoas a pedido da empresa, sob a justificativa de corte de pessoal, Renata sofreu. “Fiquei até doente.”

 

A solução

Equilibre os dois pratos da balança Quando um colega assume um cargo de chefia, ocorre uma mudança na relação de poder, o que pode gerar atrito. O líder deve mostrar que tem seus valores e que eles estão alinhados aos da organização.

 

Como fazer? Preservando a coerência entra a fala e a ação no dia a dia. Manter o equilíbrio entre as crenças pessoais e considerar as necessidades da companhia e dos subordinados são os principais passos para evitar o estresse pessoal e na relação com a equipe.

 

Amizade com a equipe

Há sete anos ocupa cargo de gestão. Há dois, assumiu a gerência de vendas e marketing do E.Group, rede de pousadas e hotéis de luxo. No começo, tomava partido dos funcionários. “Fui solidária demais.”

 

6 – O problema 

Focar apenas em resultados

Um líder que fica de olho apenas no fim do processo, que na maioria dos casos são metas financeiras, tende a criar atalhos para alcançá- lo mais rápido.

 

“Muitas vezes, esses atalhos trazem resultado imediato, mas comprometem a empresa no longo prazo”, diz Stella Angerami, especialista em counselling, de São Paulo. Apresentar resultado de cara é a grande preocupação de uma pessoa nova no cargo. Mas forçar a equipe a apresentar números não dá em nada. “Isso pode levar a equipe a tomar atitudes ilegais ou antiéticas”, diz Silvio Celestino.

 

A solução

De olho no caminho A conquista de resultados é um processo. Administrar a pressão desde o primeiro dia evita que ela cresça muito no final. Além disso, diz George Stein, gerente de programas abertos do Insper, esse cuidado auxilia o gestor a planejar e distribuir tarefas de uma maneira organizada

 

7 – O problema 

Dificuldade em dar feedback

O líder é responsável por explicar a seus subordinados se o trabalho deles está de acordo com o que a empresa espera, se eles estão indo na direção certa. Ao cumprir mal essa tarefa, ele prejudica o desempenho de sua equipe e o seu próprio. “Sem retorno, o funcionário não sabe o valor de seu trabalho”, diz Fábio Saad, consultor da Robert Half.

 

A solução

Avalie constantemente Sentar com cada membro da equipe, ao menos uma vez por mês, deve ser rotina de todos os líderes. Se a equipe for grande, o líder deve acompanhar o trabalho, orientar e dar o retorno enquanto as coisas acontecem. A avaliação de desempenho é uma ferramenta importante para auxiliar líderes a entender a equipe. Mas o líder deve ajudar a colocar em prática o que foi combinado na avaliação.

 

8 – O problema 

Falta de controle sobre a ansiedade 

“A ansiedade leva a erros, e todas as outras habilidades ficam fragilizadas em momentos de tensão”, diz Janaína, do Ibmec. Allan Sato Horita, de 29 anos, diretor de marketing, negócios e operações da Transit Telecom, empresa de telecomunicações de São Paulo, entrou na empresa como estagiário de direito em 2006 e após um ano já era supervisor. “Eu estava aprendendo a gerenciar pessoas e, por um momento, esqueci um pouco de ser gestor. Na ansiedade, atropelava funcionários para atingir resultados”, diz. “Essa atitude gera desmotivação. É um dos maiores erros que um líder pode cometer”, diz Fábio Saad, gerente da consultoria Robert Half.

 

A solução

Planejamento ajuda A ansiedade deriva da insegurança ou da necessidade de controle. Uma alternativa para dosá-la é ouvir a equipe também. “Comecei a conversar com pessoas mais experientes e com minha equipe”, diz Allan. “Estou mais informado e menos ansioso.”

 

9 – O problema

Generalizar a gestão

Tratar a equipe de forma homogênea é uma maneira de facilitar a gestão — para o líder. Para quem está embaixo, isso pode gerar frustração. “Você tem que levar diferenças em conta para garantir a igualdade e a justiça”, diz Marcelo Cuellar, da Michael Page. É um erro dar condições iguais para profissionais que têm experiências e realidades diferentes. “Não dá para uniformizar a gestão”, diz Gianfrancesco Ghiurghi, de 31 anos, gerente de vendas da Sadive, concessionária de caminhões de São Paulo, que se tornou gestor há menos de dois anos. “Uma das principais dificuldades que tive foi aprender a trabalhar a individualidade”, diz Gianfrancesco.

 

A solução

Estude sua equipe Um bom gestor, acredita Germano Glufke Reis, professor da Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGVEaesp), sabe identificar e ressaltar os pontos fortes e amenizar as falhas de seus subordinados. “É obrigação do gestor estudar a equipe e saber com quem está trabalhando”, avalia Germano. Para evitar injustiças, conheça o que cada membro de seu time tem a oferecer e monitore a evolução de cada um deles.

 

10 – O problema 

Não saber delegar 

“Eu queria abraçar o mundo, mas fiquei sobrecarregada e estressada”, conta a administradora Crisleine Pereira, de 30 anos, diretora da Comunika, empresa de negócios por celular, de Porto Alegre, que passou de analista de marketing a diretora em três anos. Os primeiros meses como líder, lembra ela, foram difíceis. “Os meus maiores desafios eram priorizar e aprender a delegar.” A dificuldade de distribuir tarefas é erro comum entre os mais inexperientes, que acabam centralizando e realizando as tarefas dos subordinados com medo de perder o poder. “A pessoa acaba fazendo sozinha, com receio de que os outros não façam direito”, afirma o coach Silvio Celestino.

 

A solução

Confie na sua equipe A consequência de não delegar é entregar um trabalho atrasado e com erros. Por isso, a solução é ir experimentando aos poucos até adquirir confiança nos profissionais. “Estabelecer relação de confiança e comprometimento com a equipe exige equilíbrio emocional”, afirma Janaína, do Ibmec. “E isso leva tempo.”

 

Delegar tarefas

Subiu de cargo em três anos. No início de sua experiência, ela não soube delegar, acumulou tarefas e ficou sobrecarregada. “Eu queria abraçar o mundo, mas fiquei sobrecarregada e estressada.”

 

FONTE: http://info.abril.com.br/noticias/carreira/10-erros-dos-lideres-novatos-04042012-5.shl

7 dicas de liderança
7:55 am | 3 de abril de 2012

Autor: Marcel Abreu | Categoria: Comportamento Organizacional | Tags: , , , , , | Comentários: Nenhum

O consultor das áreas de Gestão, Tecnologia e Qualidade Gustavo Rocha do portal Administradores dá as principais dicas para um bom líder, confira:

John C. Maxwell nos brinda em seu livro The Right to Lead, 7 dicas de liderança que divido com vocês:

1 Cuidado com o seu ego

Os líderes verdadeiramente grandes não estão na liderança para ganho pessoal. Eles estão lá para servir os outros.

2 Primeiro, seja um bom seguidor

Instituições como Academias Militares ensinam como se tornar bons seguidores. A maioria dos líderes eficazes aprende primeiro a se tornar bons seguidores.

3 Mantenha relacionamentos positivos

Liderança é influência, nada mais, nada menos. Isso significa que é por natureza relacional. Hoje, a geração de líderes parece particularmente consciente do seu título e posição, pois significa pouco para eles. Verdadeiros líderes sabem intuitivamente que as pessoas vão junto com outras pessoas que deseja conviver.

4 Trabalhe duro, mas de forma direcionada e inteligente

Ninguém respeita e segue a mediocridade. Líderes que querem ganhar o direito de conduzir devem trabalhar duro, de forma direcionada e inteligente. Eles trazem em jogo não só as suas habilidades e talentos, mas também uma grande paixão pelo trabalho.

5 Confie na disciplina, não na emoção

Na bonança, a liderança parece fácil. Quando a turbulência surge, quando tudo parece estar contra você é que você ganha o seu lugar como líder. Em todas as épocas, os líderes enfrentam momentos cruciais, quando tiveram que optar entre preparar-se ou desistir. As ações ligadas à disciplina e não a emoção que garante a boa liderança.

6 Crie metas inteligentes e valorize-as

Quando olhamos para líderes, cujos nomes são venerados por muito tempo, depois de terem saído de cena, quase sempre constatamos que eles ajudaram as pessoas a atingirem o seu potencial e a viverem melhor. A maior vocação da liderança é ajudar as pessoas a conseguirem o que mais desejam.

7 Não seja egoísta: compartilhe o poder

O líder não pode se isolar. Ele precisa aprender a compartilhar. Você está destinado a ser um rio, não um reservatório. Se você usar seu poder para capacitar outros, a sua liderança irá conquistar muitos seguidores.

Então,

Qual das dicas você já pratica?

Você se considera um bom lider?

Pratique as dicas e exercite com sua equipe. Isto faz a diferença!

 

FONTE: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/7-dicas-de-lideranca/62556/

“O sucesso das pequenas empresas está em fazer constantemente a gestão do negócio”, afirma especialista
4:30 pm | 26 de março de 2012

Autor: Marcel Abreu | Categoria: Notícias | Tags: , , , , , | Comentários: Nenhum

Antes de saber sobre tendências de mercado é bom corrigir as pendências da empresa. Esse foi um dos recados do consultor e especialista em marketing, Edmour Saiani, aos participantes do seminário A Nova Cara do Varejo, realizado na Feira do Empreendedor, na capital. “O sucesso das pequenas empresas não é só estar por dentro das novidades, mas também fazer constantemente a gestão do negócio”.

Para Saiani, o sucesso do negócio depende de sete fatores fundamentais: pessoas, liderança, ousadia, fluxo de caixa, layout e benchmarking. De acordo com ele, os empresários de pequenas empresas devem estar atentos em ter bons funcionários, buscar produtos diferenciados, ter controle financeiro para investir sem medo e tratar bem os fornecedores.

Saber liderar a equipe, investir mais dentro da própria loja do que fora dela, e principalmente, conhecer o que há de melhor no mercado para diferenciar o negócio foram as outras dicas passadas pelo especialista no seminário.

Questionado sobre a influência das grandes redes no comércio varejista local, o consultor faz uma comparação sobre o atendimento dos pequenos negócios. “As pequenas empresas atendem razoavelmente bem. As grandes atendem pior. Prova disso é que nos últimos 15 anos os supermercados de pequeno porte, mesmo tendo um preço mais elevado, cresceram mais que as grandes redes supermercadistas. O que falta ao empresário é preparo na gestão”, afirma o consultor.

Em relação ao e-commerce, Saiani enfatizou o despreparo dos três maiores sites brasileiros de compra virtual, que tiveram que sair do ar por não estarem cumprindo os prazos de entrega. Segundo ele, nessa guerra de preços online, o maior impactado será o segmento de eletroeletrônicos, principalmente com a chegada do site Amazon, que começa a operar no Brasil em setembro. “Não dá para se preparar contra o comércio eletrônico. A Internet é inevitável, mas o comércio varejista pode sair na frente se oferecer um melhor atendimento ao cliente”, afirma o consultor.

 

FONTE: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI299981-17180,00-O+SUCESSO+DAS+PEQUENAS+EMPRESAS+ESTA+EM+FAZER+CONSTANTEMENTE+A+GESTAO+DO+NE.html

Próxima Página »